REGIMENTO INTERNO

REGIMENTO INTERNO

2ª IGREJA BATISTA DE TERESINA

 

CAPÍTULO I

DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINS

 

Art. 1º A SEGUNDA IGREJA BATISTA DE TERESINA, neste Regimento identificado por Igreja, organizada em 21 de abril de 1932, é pessoa jurídica de direito privado, de caráter religioso, sem fins lucrativos, com tempo de duração indeterminado, número ilimitado de membros, com sede e foro na Rua Coelho de Resende, 780, Centro-Norte, na Cidade de Teresina, Estado do Piauí.

Art. 2º A Igreja tem por fim cultuar a Deus, promover a divulgação do Evangelho de Jesus Cristo, estudar a Bíblia Sagrada, praticar a beneficência, prestar assistência religiosa, social e educacional, incentivar o trabalho do crente no cumprimento do seu sacerdócio universal e tratar de todos os assuntos pertinentes a suas finalidades.

Parágrafo Único: As instalações e dependências da Igreja poderão ser utilizadas no cumprimento de suas finalidades, cabendo o Conselho Executivo definir as regras e valores de forma anual e para posterior aprovação da Assembleia Geral, por meio de Resoluções.

Art. 3º A Igreja é autônoma e soberana em suas decisões e não está subordinada a qualquer outra igreja ou entidade, reconhecendo apenas a autoridade espiritual de Jesus Cristo, expressa nas Sagradas Escrituras.

  • . A Igreja aceita como fiel interpretação da Bíblia Sagrada a Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, ou o documento que a ela vier substituir.
  • . Este Regimento Interno, aprovado pela Assembleia da IGREJA nos termos do seu Estatuto, é o instrumento normativo e regulador das relações existentes tanto no funcionamento dos organismos internos, quanto entre os membros da IGREJA.

Art. 4º A Igreja relaciona-se para fins de cooperação, a seu critério, com as demais igrejas integrantes da Convenção Batista Brasileira ou da Convenção Batista Meio Norte do Brasil e com outras igrejas ou entidades com as quais tenha interesse.

  • . A Igreja poderá, a seu critério, implantar igrejas, congregações e pontos de pregação, bem como criar outras entidades jurídicas, regidas ou não por regulamentos próprios, os quais não poderão divergir dos princípios estabelecidos no Estatuto da Igreja e neste Regimento Interno.
  • . Devem ser obedecidos os seguintes requisitos para implantar igrejas, congregações, pontos de pregação e outras entidades jurídicas:
  1. Autorização específica da Assembleia Geral;
  2. Apresentação dos seguintes projetos/estudos:
  3. Plano de Ensino da Doutrina Batista;
  4. Plano de Ações e Metas;
  5. Estudo de Viabilidade Econômica e Financeira;
  6. Indicação do Pastor ou Obreiro responsável.
  • . Além dos requisitos previstos no parágrafo anterior sobre implantar igrejas, congregações, pontos de pregação e outras entidades jurídicas, devem ser observados os seguintes princípios:
  1. Da Oração;
  2. Da Evangelização Discipuladora;

III. Da Plantação de Igrejas;

  1. Da formação de Lideres Multiplicadora;
  2. Da Compaixão e da Graça;
  3. Da visão Missionária;

VII. Da Cooperação

  • . Para que ocorra a autonomia da Congregação ou outras entidades jurídicas a mesma deve obedecer:
  1. Requerimento por escrito do Pastor Titular ou Obreiro da Congregação, após aprovação em Assembleia dos membros da Congregação;
  2. Comprovação da Viabilidade Econômica e Financeira da nova Igreja;

III. Plano de Ações e Metas da nova Igreja;

  1. Efetiva execução do Plano de Ensino da Doutrina Batista;
  2. Aprovação do Conselho Executivo e Assembleia Geral da sede.

CAPITULO II

DOS MEMBROS, DOS SEUS DIREITOS E DEVERES

Art.5º. A Igreja tem seu rol de membros composto por pessoas civilmente capazes, por pessoas relativamente incapazes e por pessoas absolutamente incapazes, devidamente assistidas ou representadas nos termos da legislação civil vigente, que aceitam voluntariamente suas doutrinas e disciplina, professam sua fé em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor e tenham sido batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, consoante os ensinamentos bíblicos, sem distinção de qualquer natureza.

  • Para se tornar membro, a pessoa deve ser aceita e recebida em assembleia pelas seguintes formas:
  1. a) Por batismo bíblico, mediante pública profissão de fé perante a Igreja;
  2. b) Por Carta de Transferência de outra Igreja Batista da mesma fé e ordem;
  3. c) Por Aclamação, quando a Igreja por motivo alheio à sua vontade não puder requerer a Carta de Transferência, e que seu testemunho seja conhecido pela Igreja;
  4. d) Por reconciliação, quando for devidamente comprovado que cessou a razão que motivou a sua demissão ou exclusão;
  • Não será admitido como membro àquele que não for aceito pela igreja por decisão dos votos da maioria dos membros presentes a Assembleia Geral.
  • Não são considerados membros da Igreja seus meros frequentadores, mesmo que contribuam financeiramente ou participem de suas atividades, não resultando tais condutas em automática inclusão como membros.
  • Somente será admitido como membro da Igreja aquele que solicitar por escrito seu pedido de ingresso, mediante preenchimento e assinatura de formulário próprio onde conste os dados pessoais, declaração que afirme conhecer e aceitar os termos do Estatuto, deste Regimento Interno, a Declaração Doutrinária adotada pela Igreja, os princípios, as doutrinas, as práticas batistas e a disciplina da igreja, definidas por ela em suas decisões.
  • O membro não poderá ser representado por procuração, pois a sua vinculação com a Igreja obedece aos princípios de fé, e exige convicção pessoal e conduta compatível com os ensinos extraídos da Bíblia, ministrados pela Igreja aos seus membros.
  • Perderá a condição de membro, aquele que solicitar sua demissão ou exclusão, ou por pedido de carta de transferência feita por outra Igreja, ou for demitido ou excluído pela Igreja por disciplina ou desligado por morte ou ausência ou por admoestação, devendo em qualquer dos casos ser decidido em Assembleia.
  • Nenhum direito patrimonial terá aquele que for demitido ou excluído do rol de membros.
  • . A Secretaria da IGREJA promoverá a cada 2 (dois) anos a atualização cadastral dos membros da IGREJA.

Art. 6º O desligamento do rol de membros ocorrerá nos seguintes casos:

  1. Concessão de carta de transferência para outra igreja batista, filiada à Convenção Batista Brasileira;
  2. Concessão de carta de recomendação a outra igreja evangélica;

III. Solicitação pessoal do interessado;

  1. Falecimento;
  2. Exclusão.

Art. 7º O membro da Igreja está sujeito a admoestação ou exclusão, de acordo com os princípios básicos citados em Mateus 18:15-18, perdendo seus direitos e privilégios perante a Igreja, a critério da Assembleia, nas seguintes situações:

  1. Perturbação de quaisquer das atividades da Igreja;
  2. Conduta contrária aos ensinos, princípios e preceitos bíblicos, a exemplo dos contidos na Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, que contém as doutrinas fundamentais, tal como a denominação Batista as interpreta;

III. Comportamento ou manifestação pública em desacordo com a doutrina, ética e a moral cristãs, incompatível com a comunhão eclesiástica;

  1. Matrimônio ou convivência como casal entre pessoas do mesmo sexo;
  2. Má conduta eclesiástica e comunitária, caracterizada pela perturbação da harmonia, da fraternidade, da ordem ou da paz no seio da Igreja;
  3. Má conduta civil ou social;

VII. Descumprimento dos preceitos e deveres contidos neste Estatuto, no Regimento Interno e nas deliberações da Igreja;

VIII. Ausência não justificada de todas as atividades da igreja por um período de 120 (cento e vinte) dias;

  1. Prejudicar sob qualquer pretexto o bom nome da Igreja;

Parágrafo Único. A título exemplificativo de condutas incompatíveis, elencamos as previstas em: a) Rm. 6. 1 – 14, b) Gl. 5. 16 – 26, c) Ef.2. 1 – 10 e d) Ef. 4. 17 – 32.

CAPÍTULO III

DOS DIREITOS E DEVERES DOS MEMBROS

Art. 8º São direitos dos membros da Igreja:

  1. Participar das Assembleias e fazer uso da palavra, votar e ser votado, obedecido o disposto na legislação vigente para as funções de representatividade da Igreja como pessoa jurídica e respeitadas as Regras Parlamentares constantes neste Regimento Interno;
  2. Participar livremente dos cultos realizados nas dependências da Igreja;

III. Desempenhar funções e comissionamentos atribuídos pela Igreja;

  1. IV. Receber assistência espiritual, segundo os propósitos da Igreja;
  2. Frequentar a sede e as dependências do templo;
  3. Participar dos programas e eventos, assim como de todas as atividades promovidas pela igreja que contribua para o crescimento da causa de Cristo;

VII. Ser notificado de qualquer denúncia ou documento que a Igreja vier a receber sobre a sua pessoa que comprometa a sua condição de membro;

VIII. Defender-se de qualquer acusação que lhe seja feita perante a Assembleia em cumprimento ao que determina o Art. 10º.

Parágrafo único. É direito dos membros da Igreja submeter assuntos à Assembleia, ainda que estes não tenham sido analisados previamente pelo Conselho Executivo, respeitadas as Regras Parlamentares constantes neste Regimento Interno.

Art. 9º São deveres dos membros da Igreja:

  1. Manter conduta compatível com os princípios éticos, morais e espirituais, de acordo com os ensinamentos da Bíblia Sagrada;
  2. Acatar as orientações disciplinares da Igreja;

III. Exercitar seus dons e talentos no contexto dos trabalhos da Igreja;

  1. Contribuir com dízimos e ofertas, voluntariamente, para que a Igreja atinja seus objetivos e cumpra sua missão;
  2. Exercer, com zelo e dedicação, os cargos para os quais for eleito ou nomeado;
  3. Participar dos cultos, celebrações, eventos e demais atividades promovidas pela Igreja;

VII. Participar do programa ou propósito de crescimento espiritual promovido pela Igreja;

VIII. Observar o presente Estatuto e o Regimento Interno e zelar pelo cumprimento deles;

  1. Zelar pelo bom nome da Igreja, divulgando-a e prestigiando-a em todas as suas realizações;
  2. Manter uma vida de devoção particular e familiar, educando os filhos, conforme as Sagradas Escrituras, procurando a salvação de todos;
  3. Evitar e combater todos os vícios e idolatrias;

Art. 10. O membro que não cumprir as decisões da Igreja e agir de forma a violar os preceitos da Bíblia, do Estatuto e do Regimento Interno estará sujeito as seguintes penalidades;

  1. a) Advertências reservadas aplicadas pelo Ministério Pastoral.
  2. b) Censura;
  3. c) Exoneração dos cargos e funções que exerça por eleição ou nomeação da Igreja;
  4. d) Demissão, admoestação ou exclusão do rol de membros da Igreja.

Parágrafo único. As penalidades previstas nas alíneas deste artigo não tem caráter progressivo, e serão aplicadas a juízo da Igreja por decisão da Assembleia.

 

CAPÍTULO IV

DA VISÃO E MISSÃO DA IGREJA

Art. 11º. A IGREJA, uma agência do Reino de Deus, tem por VISÂO e MISSÃO que seus membros e congregados constituíam uma UNIDADE, um só corpo cuja cabeça, soberana em todas as ações, é Nosso Senhor Jesus Cristo. “Vós sois a geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”(1 Pe 2:9).

  • E como um só corpo, nos estruturamos para o crescimento, de acordo com os seguintes propósitos:
  1. Cultivar Relacionamentos Íntegros;
  2. Honrar a Deus com o nosso testemunho Pessoal;

III. Acolher os recém-chegados à Igreja;

  1. Ministrar adoração na grande congregação;
  2. Amar uns aos outros através de um pequeno grupo;
  3. Dedicar-se ao estudo e prática da palavra de Deus;

VII. Oferecer dízimos e ofertas para obra do Senhor;

VIII. Servir através de Ministérios.

  1. Compartilhar necessidades, adversidades, planos, vitórias, sonhos, experiências e ajudando-se mutuamente em todos os trabalhos realizados, fortalecendo assim a comunhão entre os irmãos;
  • Visando atingir esses propósitos a Igreja poderá se dividir em segmentos ou grupos apenas para facilitar o atendimento de necessidades específicas;

Art. 12º. A COMUNHÃO será forte, porque será buscada por todos, em todos os momentos: nos cultos, nas atividades de lazer, no envolvimento pessoal, inclusive com não crentes, para testemunho e evangelização.

Art. 13º. A ADORAÇÃO será praticada em Espírito e em Verdade, pois cada membro, consciente do que é adoração, estará motivado interiormente para adorar e, consequentemente, permitir uma genuína liberdade para o Espírito Santo agir, interferir e conduzir as manifestações de cada crente individualmente e da IGREJA como um todo, num ambiente de reverência, concentração, vibração e emoção. A sintonia espiritual será comum entre os irmãos e se refletirá na conduta pessoal de cada um, através da busca de um viver que seja um estado permanente de adoração.

Art. 14º. A IGREJA será uma agência MISSIONÁRIA, na qual cada membro terá ardor evangelístico e será um ganhador de vidas para Cristo.

Art. 15º. A EDIFICAÇÃO conhecimento da Palavra e vivência cristã, será o alimento do crescimento espiritual, possibilitando assim o cumprimento da Vontade de Deus, através da livre ação do Espírito Santo.

Art. 16º. A IGREJA estará aberta para a comunidade, mantendo sua identidade de Igreja Batista, onde todos os membros estarão disponíveis e prontos para servir, de acordo com seus dons.

Parágrafo Único. Este capítulo possui como fundamentação Bíblia os seguintes textos: Rm. 14.19, 1 Pe. 1.22, Ef. 4.29, Hb. 13.17, 1Ts. 1.1-2, Lc. 14.23, Rm. 15.7, 1Co. 16.2, Iv. 27.30, 1 Pe. 4.10, Ef. 4.1-12, 2. 3-4, Hb. 10.25 e Fp. 1.27.

CAPÍTULO V

DA ORGANIZAÇÃO

Art. 17º. A estrutura organizacional adotada pela IGREJA e aprovada em Assembleia, esta descrita em organograma próprio, conforme ANEXO 01 deste regimento, contendo os seguintes organismos:

  1. Assembleia da IGREJA;
  2. Conselho Executivo;

III. Diretoria da Igreja;

  1. Ministério Pastoral;
  2. Ministérios Auxiliares;
  3. Da Comissão de Exame de Contas;

VII. Da Comissão de Finanças.

VIII. Da Comissão de Equidade;

Parágrafo Único. Esta estrutura organizacional poderá ser alterada, sempre que necessário, por maioria simples, para se ajustar às necessidades da IGREJA, mediante estudos coordenados pela Diretoria da Igreja, pelo Conselho Executivo e após deliberação da Assembleia.

CAPÍTULO VI

DA ASSEMBLEIA

Art. 18. A Assembleia é o poder máximo de decisão da Igreja, podendo ser ordinária, extraordinária ou solene, de acordo com a natureza dos assuntos a serem tratados.

  • . As decisões das Assembleias Ordinárias serão tomadas pela maioria dos membros presentes.
  • As Assembleias ordinárias serão instaladas com o quórum de 10% dos membros arrolados na sede primeira chamada, e com qualquer número de membros presentes, 30 minutos após a primeira chamada.
  • As Assembleias ordinárias serão realizadas na sede da Igreja, salvo motivo de força maior, a critério da Igreja.

Art. 19. As Assembleias ordinárias serão realizadas periodicamente, segundo calendário aprovado pela própria Assembleia, que deverá ser publicado no Informativo e no Mural da Igreja.

  • A Igreja deverá realizar, no mínimo, duas Assembleias ordinárias por ano.
  • A Igreja pode decidir, em Assembleia ordinária, pela realização de uma Assembleia extraordinária, mediante a aprovação de uma proposta que inclua a agenda dos assuntos a serem tratados, respeitados os prazos e demais requisitos estabelecidos neste Estatuto.

Art. 20. As Assembleias Extraordinárias serão convocadas através de publicação no Informativo e no Mural da Igreja de acordo com os seguintes critérios:

  1. Pelo Presidente da Igreja, observado o quórum para instalação de 20% dos membros arrolados na sede, com antecedência mínima de 7 (sete) dias, para deliberar sobre:
  2. a) aquisição de imóvel, cujo valor exceda a 100% dos dízimos entregues à Igreja no mês anterior à decisão, sob parecer do Conselho Executivo;
  3. b) oneração ou alienação de imóvel, cujo valor exceda a 100% dos dízimos entregues à Igreja no mês anterior à decisão, sob parecer do Conselho Executivo;
  4. c) autorização para contrair empréstimo em moeda corrente, cujo valor exceda a 100% dos dízimos entregues à Igreja no mês anterior à decisão, sob parecer do Conselho Executivo;
  5. d) assuntos administrativos, eventos, planos ou projetos de atividades cujos custos excedam a 100% dos dízimos entregues à Igreja no mês anterior à decisão;
  6. e) aquisição de bens móveis ou materiais diversos ou a contratação de serviços, cujo valor exceda a 100% dos dízimos entregues à igreja no mês anterior à decisão;
  7. f) outros assuntos, a critério do Presidente da Igreja ou da própria Assembleia;
  8. II. Pelo Presidente da Igreja, observado o quórum para instalação de 20% dos membros arrolados na sede, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, para deliberar sobre:
  9. a) eleição dos membros da Diretoria da Igreja, dos líderes dos Ministérios e da Comissão de Exame de Contas e da Comissão de Finanças;
  10. b) aprovação ou reformulação do Regimento Interno;

III. Pelo Presidente da Igreja, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, observado o quórum para instalação da maioria absoluta dos membros, em primeira chamada, e de um terço dos membros, 30 (trinta) minutos após a primeira chamada, para deliberar sobre:

  1. a) aprovação ou alteração do Estatuto da Igreja;
  2. b) exoneração de membro da Diretoria da Igreja, da Comissão de Exame de Contas e da Comissão de Finanças;
  3. IV. Pelo Vice-Presidente da Igreja, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, observado o quórum para instalação da maioria absoluta dos membros, em primeira chamada, e de um terço dos membros arrolados na sede, 30 (trinta) minutos após a primeira chamada, para deliberar, em votação secreta, sobre:
  4. a) assunto que envolva a pessoa do Pastor Titular, inclusive sua eleição ou exoneração;
  5. b) nomeação de um pastor interino para assumir, no caso de vacância do cargo, até a nomeação do novo Pastor Titular;
  6. Pelo Presidente ou Vice-Presidente da Igreja, observado o quórum para instalação de 100% de todos os membros da Igreja, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, para deliberar sobre a dissolução da Igreja.
  • 1º. As assembleias extraordinárias serão realizadas na sede da Igreja, salvo motivo de força maior, a critério da Igreja, e suas decisões serão tomadas pela maioria dos membros presentes nos casos dos incisos I e II, por dois terços dos membros presentes nos casos dos incisos III e IV e por unanimidade no caso do inciso V.
  • 2º. A Diretoria deverá convocar Assembleia Extraordinária caso haja solicitação por parte de um quinto dos membros da Igreja, mediante petição assinada na qual conste o assunto a ser tratado.

Art. 21. As Assembleias solenes serão realizadas sem prévia convocação, nem quórum específico e têm por finalidade o registro de eventos históricos, atos de posse, solenidades, atos de ordenação ministerial, profissão de fé e batismo.

  • 1º. As Assembleias solenes podem ser dirigidas pelo Presidente da Igreja ou outro membro da Diretoria, pelos pastores auxiliares, pelos pastores das congregações e pelos líderes dos Ministérios.
  • 2º. Da pauta da Assembleia constarão os assuntos considerados oriundos das reuniões do Conselho Executivo.

Art. 22. Todos os assuntos a serem tratados na Assembleia serão previamente analisados na reunião do Conselho Executivo.

Art. 23. É vedada a inclusão, durante as Assembleias, de qualquer matéria que não tenha constado da pauta de sua convocação. Admitir-se-á, no entanto, que novas matérias possam ser levadas à Assembleia em curso, apenas para que sejam objeto de estudos e análises, com inclusão na pauta das Assembleias posteriores.

Art. 24. A mesa diretora das Assembleias será assessorada, no tocante à observância das Regras Parlamentares bem como sobre o disposto no Estatuto e no Regimento Interno, pela Assessoria Jurídica da IGREJA.

Art. 25. Os horários de início e de encerramento de cada Assembleia constarão da pauta de convocação; durante os trabalhos, ocorrendo à necessidade de prorrogação do horário pré-fixado, esta deverá ser objeto de proposta e aprovação.

Art. 26. As atas, contendo as resoluções de cada Assembleia, serão lançadas pelo secretário em meio próprio (LIVRO DE ATA 100) e, depois de aprovadas e assinadas pelo Secretário e pelo Presidente, terão validade em todos os seus termos.

  • . Poderá ser dispensada a leitura da ata em Assembleia posterior, desde que o tenha sido em reunião prévia da Diretoria Executiva e que conste da pauta de convocação a recomendação para sua aprovação.
  • . Não obstante, qualquer membro da IGREJA poderá propor que se proceda à leitura da ata em Assembleia, colocando-se imediatamente o assunto em votação.

Art. 27. As deliberações da Assembleia serão imediatamente divulgadas a toda a IGREJA através do Boletim e Informativo elaborado para este fim e no Quadro oficial de avisos da IGREJA, situado em seu hall de entrada.

CAPÍTULO VII

DO CONSELHO EXECUTIVO

Art. 28. O Conselho Executivo é composto pelos membros da Diretoria e pelos líderes dos Ministérios, conforme definido neste Regimento, e será presidido pelo Presidente da Igreja ou por seu substituto.

  • . Ao Conselho Executivo cabe analisar previamente os assuntos a serem submetidos à Assembleia e decidir sobre questões administrativas da Igreja.
  • . As reuniões do Conselho Executivo serão realizadas em datas e condições previstas no Regimento ou mediante calendário aprovado pelo próprio Conselho ou pela solicitação de algum membro do mesmo.
  • . As datas e os assuntos das reuniões do Conselho Executivo serão divulgadas no informativo da Igreja e estarão fixadas no Mural da Igreja.
  • . As reuniões do Conselho Executivo serão abertas aos membros da Igreja. Todavia, apenas os membros do Conselho Executivo podem se manifestar e votar.
  • . As decisões do Conselho Executivo serão tomadas por maioria dos presentes, respeitado o quórum mínimo de cinquenta por cento mais um, dos membros do Conselho.
  • . As convocações para as reuniões do Conselho Executivo serão feitas com antecedência mínima de 7 (sete) dias e com pauta indicada.
  • . Na impossibilidade de um líder de Ministério comparecer a reunião do Conselho Executivo, o mesmo deverá justificar a sua ausência e indicar por escrito um substituto, que compõe o respectivo Ministério para representá-lo na reunião.
  • . Os líderes de Ministério podem indicar previamente os seus substitutos.
  • . É prerrogativa do Presidente da IGREJA delegar aos demais membros participantes da reunião mensal, tarefas como: obter relatórios dos organismos, estruturar a ordem dos trabalhos, e outros.
  • 10º. As reuniões do Conselho Executivo serão documentadas através de Livro de atas, lavradas em meios próprios pelo Segundo Secretário.
  • 11. Cada membro participante do Conselho Executivo apresentará relatório escrito das atividades realizadas no período.
  • 12. O Quórum mínimo para realização da reunião do Conselho será de 1/2 (metade) mais um de seus componentes.

Art. 29. Além das atribuições previstas no Capítulo VI deste Regimento, são atribuições do Conselho Executivo:

  • . Administrar a IGREJA, garantindo o cumprimento de sua missão;
  • . Assegurar a realização dos planos e programas traçados, acompanhando sua execução pelos diversos organismos da IGREJA;
  • . Analisar os relatórios apresentados pelos diversos organismos da IGREJA, avaliando a medida de satisfação, quanto aos objetivos propostos, das atividades que estão sendo desenvolvidas por cada um;
  • . Interferir nas atividades de qualquer organismo da IGREJA, agindo conforme cada situação o demande, quando este, por qualquer razão, não cumprir suas atribuições e isto venha ou possa vir a prejudicar o desempenho global da IGREJA;
  • . Divulgar amplamente todas as atividades da IGREJA, mantendo-a continuamente informada;
  • . Elaborar a pauta das Assembleias.

CAPÍTULO VIII

DA DIRETORIA DA IGREJA

Art. 30. A Diretoria da Igreja, exercida por membros civilmente capazes, é composta por:

  1. Presidente;
  2. Primeiro Vice-Presidente;

III. Segundo Vice-Presidente;

  1. Primeiro Secretário;
  2. Segundo Secretário;
  3. Primeiro Tesoureiro;

VII. Segundo Tesoureiro;

  • . Na ausência ou no impedimento do Presidente da Igreja, assume a Presidência um dos membros da Diretoria, observada a ordem descrita no presente artigo.
  • . É vedada a remuneração pelo exercício de quaisquer dos cargos constantes do presente artigo.
  • 3º. Quando da eleição dos membros da Diretoria da Igreja, salvo o de Presidente por ser o Pastor Titular, os candidatos devem fazer perante a Assembleia Geral, uma explanação de motivo para a sua eleição e de seus objetivos e metas para o exercício do cargo.

Art. 31. O Presidente da Igreja será sempre o Pastor Titular, cujo mandato será por tempo indeterminado.

Parágrafo único. Será de dois anos o mandato dos outros membros da Diretoria e seus substitutos, podendo ser reeleitos para um único período subsequente.

Art. 32. Compete à Diretoria colegiada da Igreja:

  1. Coordenar a execução dos alvos prioritários estabelecidos pelo Presidente da Igreja;
  2. Zelar pelo cumprimento das normas estabelecidas no Estatuto, no Regimento Interno e pelas decisões da Assembleia e do Conselho Executivo;

III. Decidir sobre gasto emergencial, até o limite estabelecido no Regimento Interno e sobre outros assuntos não financeiros que requeiram urgência e para os quais não haja tempo hábil para realização de assembleia ou reunião do Conselho Executivo.

Art. 33. Compete ao Presidente da Igreja:

  1. Representar a Igreja ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente;
  2. Convocar e presidir as Assembleias Gerais, as reuniões da Diretoria, do Conselho Executivo e outras reuniões;

III. Assinar, juntamente com o secretário, as atas, cartas de transferência e demais documentos atinentes à Secretaria;

  1. Assinar escrituras, cheques, contratos e demais documentos de caráter patrimonial e fiscal, juntamente com o tesoureiro em exercício;
  2. Superintender todas as atividades da Igreja, podendo fazer-se presente nas reuniões de qualquer ministério ou comissão;
  3. Empossar os membros da Diretoria e ocupantes dos demais cargos;

VII. Cumprir e fazer cumprir este Regimento;

VIII. Delegar o exercício de suas funções, nos casos estabelecidos no Estatuto da Igreja;

  1. Apresentar o plano de metas e relatório anual a Assembleia Geral.

Art. 34. Compete ao Primeiro Vice-Presidente da Igreja:

  1. Auxiliar o Presidente da Igreja na coordenação e supervisão das atividades da Diretoria, do Conselho e dos Ministérios, atuando como moderador nas questões de relacionamento entre esses diversos órgãos;
  2. Convocar e dirigir reuniões da Diretoria da Igreja e do Conselho Executivo, por delegação do Presidente da Igreja;

III. Convocar Assembleia Extraordinária para:

  1. a) eleição de Pastor Titular, sob proposta de comissão especial;
  2. b) tratar de assunto que envolva a pessoa do Pastor Titular, inclusive sua exoneração.

Art. 35. Compete ao Segundo Vice-Presidente da Igreja auxiliar o Primeiro Vice-Presidente em suas tarefas e substituí-lo em suas ausências e seus eventuais impedimentos.

Art. 36. Compete ao Primeiro Secretário:

  1. Registrar e assinar, juntamente com o Presidente, as atas das Assembleias e reuniões da Diretoria, em folhas soltas e numeradas (LIVRO DE ATA 100);
  2. Organizar e assinar, juntamente com o Presidente, toda a correspondência oficial da Igreja, decorrente de decisões em Assembleia, do Conselho Executivo e da Diretoria;

III. Conservar rigorosamente atualizado o rol de membros da Igreja;

Art. 37. Compete ao Segundo Secretário auxiliar e substituir o Primeiro Secretário em suas ausências e eventuais impedimentos.

Art. 38. Compete ao Primeiro Tesoureiro:

  1. Assinar escrituras, cheques, contratos e outros documentos de caráter patrimonial e fiscal, juntamente com o presidente, nos termos do Estatuto;
  2. Ter, sob sua responsabilidade, o numerário e os talões de cheques, bem como os livros e demais documentos que lhe forem confiados, franqueando-os a exame de quaisquer dos membros, quando solicitado;

III. Abrir, movimentar e liquidar contas bancárias, juntamente com o presidente da Igreja;

  1. Receber dízimos e ofertas, registrando-os de forma apropriada;
  2. Efetuar os pagamentos autorizados em orçamento ou por deliberação especial da Igreja, em reunião do Conselho Executivo ou Assembleia, prestando os competentes relatórios e esclarecimentos que lhe forem solicitados, publicando-os no informativo e no Mural da Igreja, em forma de gráficos e em percentuais.

Art. 39. Compete ao Segundo Tesoureiro auxiliar e substituir o Primeiro Tesoureiro em suas eventuais ausências e impedimentos.

Art. 40. Os Secretários e os Tesoureiros apresentarão, anualmente, relatórios escritos ao Conselho Executivo, demonstrando as principais atividades desenvolvidas, bem como a situação dos projetos em andamento e dos compromissos assumidos, dentre outras informações consideradas essenciais.

Art. 41. A Assembleia poderá autorizar a criação de comissões especiais, após deliberação do Conselho Executivo, com prazo e fins específicos.

  • 1º. A comissão será composta por membros da Igreja e poderá ser auxiliada de acordo com a necessidade por profissional (parecer técnico).
  • . A Comissão Especial será composta por no máximo 14 (quatorze) membros, sendo 7 (sete) efetivos e 7 (sete) suplentes.
  • . Os membros efetivos, por eleição simples, indicarão o Presidente, o Vice Presidente e o Secretário da Comissão Especial.
  • . O prazo de duração da Comissão Especial será de apenas 6 (seis) meses, podendo a Assembleia Geral, prorrogar o prazo uma única vez por mais 6 (seis) meses, após apresentação da respectiva justificativa da prorrogação.

CAPITULO IX

DOS MINISTÉRIOS

Art.42. Para consecução de seus fins, a IGREJA constituirá Ministérios subordinados ao Ministério Pastoral, os quais darão cobertura eclesiástica aos pastores, promovendo a paz, o bem estar e a liderança pastoral na IGREJA.

Art.43. Cada ministério cobrirá áreas específicas e distintas, porém interligadas, sendo cada um, prestador de serviços aos demais;

Parágrafo Único. No propósito de atingir sua missão a IGREJA se reunirá, onde cada Ministério poderá desenvolver suas atividades.

Art.44. A implantação de Ministérios será precedida por estudo de necessidades e viabilidade, bem assim por aprovação da Assembleia.

Art.45. Constatadas a necessidade e a viabilidade de cada Ministério proposto, a Assembleia elegerá, dentre seus membros, ministros capacitados por dons espirituais específicos para dirigi-los.

Art.46. Caberá a Cada Ministério a elaboração das normas de seu funcionamento, as quais, sendo fiéis aos princípios bíblicos e ao espírito deste Regimento, após apreciados pelo Conselho Executivo, serão aprovadas em Assembleia e incorporadas, na forma de anexo, ao presente Regimento.

  • 1º. Caberá a cada Ministro a composição de sua equipe.
  • . Constatada a necessidade, será encaminhada pelo Ministro, ao Conselho Executivo, proposta de modificação da estrutura de seu Ministério, a qual, aprovada em Assembleia, integrará o anexo correspondente a esse Ministério, neste Regimento.

Art.47. Caberá a cada Ministro elaborar planos, definir estratégias e avaliar resultados visando o alcance de sua missão.

  • 1º. Quando da eleição dos membros dos Ministérios, os candidatos devem fazer perante a Assembleia Geral, uma explanação de motivo para a sua eleição e de seus objetivos e metas para o Ministério.
  • 2º. Será de dois anos o mandato dos líderes e co-líderes dos Ministérios, permitida a reeleição para esses cargos.

Art.48. Ficam desde logo estabelecidos, por este Regimento, os seguintes Ministérios:

  1. MINISTÉRIO PASTORAL;
  2. MINISTÉRIO DIACONAL;

III. MINISTÉRIO DE PATRIMÔNIO E SERVIÇO;

  1. MINISTÉRIO DE ARTE E CELEBRAÇÃO;
  2. MINISTÉRIO DA ORAÇÃO
  3. MINISTÉRIO DE EVANGELISMO E MISSÕES

VII. MINISTÉRIO DE ACOLHIMENTO

VIII. MINISTÉRIO DA FAMÍLIA

  1. MINISTÉRIO DE COMUNICAÇÃO
  2. MINISTÉRIO JOVEM
  3. MINISTÉRIO DA 3° IDADE

XII. MINISTÉRIO DE CRESCIMENTO CRISTÃO

XIII. MINISTÉRIO DE COMEMORAÇÃO E EVENTOS

XIV. MINISTÉRIO DE ADOLESCENTES

Parágrafo Único. Os Ministérios serão avaliados a cada 2 (dois) anos, de acordo com o cumprimento dos objetivos de seu Ministério, pela Assembleia Geral.

MINISTÉRIO PASTORAL

Art.49. O Ministério Pastoral é aquele que visa orientar, alimentar, consolar, profetizar, curar, exortar e guiar as ovelhas de Deus no caminho do Senhor.

  • 1º. O Ministério Pastoral tem os seguintes objetivos:
  1. Ministério da Palavra:
  2. a) Estudar, pesquisar e preparar as mensagens do Senhor para seu povo;
  3. b) Zelar pelo bom uso do púlpito da Igreja mesmo que em comunhão com os outros ministérios;
  4. c) Promover o doutrinamento do povo de Deus pela Palavra;
  5. d) Profetizar em nome do Senhor exortando o povo a não desviar-se do caminho;
  6. e) Estimular o povo de Deus a obra do testemunho pessoal e do sustento da obra missionária;
  7. f) Exortar sempre ao povo de Deus no sentido de andar o caminho da fidelidade;
  8. g) Nunca desprezar o uso da Palavra de Deus como única regra de fé e conduta Cristã.

Parágrafo Único. Espera-se do Ministério da Palavra que seja encontrado fiel e sendo exemplo dos fieis em tudo.

  1. Ministério da Visitação:
  2. a) Visitar todos os membros da Igreja, mui especialmente, os enfermos;
  3. b) Estimular outros no exercício deste ministério;
  4. c) Manter em dia o fichário de visitação familiar com fim de evitar o esquecimento de alguém mais necessitado;
  5. d) Sempre orar em cada visita deixando uma porção da Bíblia com a família;
  6. e) Levar em consideração a vida dos familiares não crentes;
  7. f) Lembrar sempre a Igreja como elo de comunhão de amor entre os irmãos;
  8. g) Providenciar soluções e/ou encaminhamento para os casos extremos de saúde, necessidade material ou social;
  9. h) Dar sempre a visão espiritual da Bíblia para todos os problemas que a família esteja enfrentando;

III. Ministério da administração Geral:

  1. a) Compete ao Pastor Geral coordenar o exercício de todos os ministérios estimulando-os a consecução dos seus objetivos;
  2. b) Substituir eventualmente qualquer outro ministro num impedimento deste;
  3. c) Convocar às reuniões do Conselho Executivo, de Ministérios e Diretoria da Igreja;
  4. d) Convocar as Assembleias Ordinárias e extraordinárias com o devido respeito aos estatutos;
  5. e) Dirigir as Assembleias dentro dos princípios, da regra parlamentar, democráticos;
  6. f) Responder pela igreja e sempre, previamente autorizado por ela, em todas as instancias legais necessárias;
  7. g) Assinar convênios com entidades para-eclesiásticas ou governamentais desde que seja pela Igreja autorizado;
  8. h) Observar o cumprimento da vontade da Igreja em suas decisões plenárias;
  9. i) Cobrar dos outros ministérios planejamentos anuais e a consecução dos mesmos nos prazos pré-determinados;
  10. j) Orientar a burocracia geral da Igreja tendo em vista a necessidade dos dados atualizados de todos os departamentos e membros da igreja;
  • . Espera-se do Ministério da Palavra que seja encontrado fiel e sendo exemplo dos fieis em tudo.

Art. 50. O ministro responsável pelo Ministério Pastoral será o pastor presidente da Segunda Igreja Batista de Teresina.

MINISTÉRIO DIACONAL

Art. 51. O Ministério de Diaconia da Segunda Igreja Batista de Teresina, é aquele que serve à Igreja e auxilia o pastor nas áreas de assistência pessoal e espiritual dos membros, congregados e/ou visitantes.

  • . O Ministério Diaconal possui as seguintes funções:
  1. Ser um grupo de servos que apóiam o ministério pastoral da igreja, zelando pela vida do pastor e de sua família, auxiliando-o no cuidado e na orientação das ovelhas, em especial, aos necessitados, enfermos, órfãos e viúvos;
  2. Ser um grupo de servos que auxiliam o pastor na prevenção e na solução de problemas disciplinares e espirituais da igreja.

III. Ser um grupo de servos que, juntamente com o pastor, zelam pela paz e pela edificação da igreja.

  • . As condutas (valores) de quem participam desse ministério são as seguintes:
  1. Qualificações espirituais e qualificações morais (Atos 6.1-7; 1Tm. 3.8-13; Gl 5. 16-26);
  2. Disponibilidade e Confiabilidade;

III. Paciência, perseverança e otimismo;

  1. Simpatia e Empatia;
  2. Conhecedor da Palavra;
  3. Bom ouvinte e bons conselheiros;

VII. Vida Devocional (Oração/Adoração/Estudo Bíblico);

VIII. Frequentar regulamente a EBC;

  1. Participar de um Pequeno Grupo;
  2. Ser dizimista fiel;
  3. Ter comprometimento com a visão, missão e propósitos da Igreja;

XII. Ser comprometido e afinado com a visão pastoral;

XIII. Ser submisso à orientação e liderança pastoral, estando sempre disponível para auxiliá-lo e ajuda-lo;

XIV. Ter prontidão para servir a Deus e ao próximo em qualquer tempo;

  1. XV. Ser cultivador de espírito de cooperação constante, inclusive, buscando servir a Deus em outros ministérios específicos dentro do contexto da igreja, considerando os seus dons e as suas qualificações pessoais.
  • 3º. Os pilares da estrutura desse ministério são:
  1. Espiritual: Pastoreio/Intercessão/Pequenos grupos;
  2. Liderança: Pastor/ Líder do Ministério e Co-Líder.

Art. 52. Após serem vocacionados pelo Espírito Santo, escolhidos e consagrados pela igreja para o serviço diaconal, na presença de Deus firmarão o pacto dos diáconos batistas presente em anexo a esse RI.

MINISTÉRIO DE PATRIMÔNIO E SERVIÇO

Art. 53. O Ministério de Patrimônio e Serviço da Segunda Igreja Batista de Teresina, é aquele que existe para administrar o patrimônio móvel e imóvel da igreja, bem como zelar por sua conservação.

  • 1º. O Ministério de Patrimônio e Serviço da Segunda Igreja Batista de Teresina, deverá promover a conservação e manutenção do patrimônio móvel e imóvel da igreja visando o bem estar de todos os membros, congregados e visitantes.
  • . A missão do Ministério de Patrimônio e Serviço será o de contribuir de forma dinâmica e efetiva, zelando por todo o patrimônio da igreja e preparando o melhor ambiente para as celebrações e para o desempenho de todas as nossas atividades.
  • 3º. O presente Ministério pretende despertar:
  1. Zelo, Cuidado e Amor;
  2. Ser Servo;

III. Dependência de Deus;

  1. Vida devocional diária;
  2. Frequência regular nas atividades da igreja;
  3. Ato de ser dizimista fiel;

VII. O comprometimento com a visão, missão, valores e propósitos da igreja;

VIII. A integridade;

  • 4º. O Ministério é formado por:
  1. Líder e Co-Líder do Ministério;
  2. Equipe de Apoio.

MINISTÉRIO DE ARTE E CELEBRAÇÃO

Art. 54. O Ministério de Arte e Celebração da Segunda Igreja Batista de Teresina é estruturado por: propósito, visão, missão e valor. Formado por pessoas que servem com dons concedidos pelo Espírito Santo. Sendo alicerçado em pilares espirituais, técnicos e administrativos de funcionamento, visando sempre o Serviço e a glorificação do nome de Deus.

  • 1º. O Ministério de Arte e Celebração da Segunda Igreja Batista de Teresina, terá como propósito, visão e missão respectivamente:
  1. “Vós sois a Geração Eleita (…) para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”(1Pe.2.9);
  2. “Ser um canal para conduzir as pessoas a Deus em Adoração”;

III. Unidos, dedicar a vida, dons e talentos ao Senhor na Segunda Igreja Batista de Teresina e para a comunidade, na área de Louvor, Adoração e Evangelismo, através de diferentes manifestações artísticas.

  • . O Ministério de Arte e Celebração é formado:
  1. Líder e Co-Líder do Ministério;
  2. Equipes de Celebração:
  3. a) Culto de Oração e Doutrina;
  4. b) Celebrações Dominicais;
  5. c) Celebração Jovem;
  6. d) Celebração do Ministério infantil;
  7. e) Equipe de Intercessão;
  8. f) Equipe Administrativa;
  9. g) Grupos Musicais;
  10. h) Grupos de Dança Litúrgica;
  11. i) Grupo de Teatro;
  12. j) Studio e Multimídia;
  13. l) Libras;
  • 3º. As condutas que os integrantes deste Ministério precisam ter são as seguintes:
  1. Todo integrante deverá ser um Adorador que:
  2. a) Desenvolve uma vida de intimidade com Deus;
  3. b) Edifica a congregação e a comunidade;
  4. c) Seja Servo;
  5. d) Seja um multiplicador de adoradores;
  6. e) Tenha liberdade de expressão em diferentes manifestações artísticas;
  7. Todo integrante deverá ser um Intercessor que:
  8. a) Desenvolve uma vida de intercessão pessoal;
  9. b) Compromete-se em garantir um momento específico de oração com sua equipe em suas atividades e programas;

III. Todo integrante deverá ser comprometido com o pastoreio mútuo

  1. a) Participando de um pequeno grupo;
  2. b) Participando de momentos de ajuntamento do ministério: convivências, retiros, vigílias;
  3. c) Ministrando a outros levitas e advogando a sua causa;
  4. Todo integrante deverá ser:
  5. a) Membro da Segunda Igreja Batista de Teresina;
  6. b) Comprometido com a visão, missão, valores e propósitos da Igreja e do Ministério;
  7. c) Submisso a sua liderança;
  8. Todo integrante do Ministério deverá ser comprometido com a Mordomia:
  9. a) Cuidando do seu corpo em santificação e zelando por sua saúde;
  10. b) Zelando e mantendo em boas condições de uso os instrumentos de ministração e demais equipamentos do Ministério;
  11. c) Sendo um dizimista fiel;
  12. d) Servindo a Deus com seus bens materiais;
  13. Todo integrante deverá ser comprometido com o respeito mútuo e terá que:
  14. a) Ser pontual e assíduo nas atividades da igreja e do ministério;
  15. b) Participar ativamente e fielmente dos ensaios compreendendo que é membro de uma equipe, onde todos devem dar o melhor de si;
  16. c) Submeter-se a seus líderes e às normas do ministério;

VII. Todo integrante deverá ser comprometido com o crescimento espiritual:

  1. a) Sendo disciplinado na leitura Bíblica;
  2. b) Sendo frequente e regular na EBC e Pequenos Grupos;
  3. c) Participando de cursos e seminários proporcionados pelo ministério a fim de favorecer crescimento na vida de adoração;
  4. d) Tendo tempo regular a sós com Deus de louvor, oração e meditação na Palavra.

VIII. Todo integrante deverá ser comprometido com a excelência:

  1. a) Dando o melhor para Deus em tudo o que faz;
  2. b) Buscando sempre a condução do Espírito Santo;
  3. Todo integrante deverá ser comprometido com o aperfeiçoamento técnico
  4. a) Tendo tempo para estudo pessoal;
  5. b) Participando de treinamentos;
  6. c) Dedicando-se ao crescimento pessoal.

MINISTÉRIO DE ORAÇÃO

Art. 55. O Ministério de Oração da Segunda Igreja Batista de Teresina, é aquele que promove o apoio espiritual e a intercessão diária pela igreja, pelos seus membros e por seus ministérios; é o “quartel-general” da guerra espiritual e das celebrações das vitórias do povo de Deus (Ef 6.16). É aquele que visa estabelecer na igreja a prática da comunhão íntima e diária com Deus através da Oração.

  • 1º. O Ministério de Oração tem a visão de levar cada crente a entender a necessidade e o poder da oração na sua vida e na vida da igreja; ser um instrumento de refrigério e consolo espiritual para as pessoas.
  • . A missão do Ministério é: criar oportunidades e locais adequados para que os membros da igreja e os interessados orem mais; implantar, manter e divulgar a “sala de oração”; promover encontros semanais, vigílias e jornadas de oração na igreja ou em locais estratégicos; reforçar o valor da oração em cada atividade e ministério da igreja; comunicar com freqüência as vitórias alcançadas demonstrando gratidão pelas bênçãos recebidas.
  • . O Ministério é formado pelas seguintes pessoas:
  1. Líder e Co-lider do Ministério;
  2. Lideres de Grupos de Oração;

III. Equipe de Intercessão de outros Ministérios

  • . O Ministério possui os seguintes valores:
  1. Dependência de Deus;
  2. Vida devocional diária;

III. Frequência regular nas atividades da igreja;

  1. Dizimista Fiel;
  2. Comprometido com a visão, missão, valores e propósitos da igreja;
  3. Maturidade espiritual.

VII. Confiabilidade.

VIII. Discernimento espiritual.

  1. Integridade;
  2. Sensível à necessidade material, espiritual e emocional do outro, demonstrando que ama e se importa com o próximo;
  3. Bom ouvinte;

XII. Intercessor.

MINISTÉRIO DE EVANGELISMO E MISSÕES

Art. 56. O Ministério de Evangelismo e Missões da Segunda Igreja Batista de Teresina, tem o propósito de estar integrado no projeto de Deus para a salvação de todos os povos da terra; através de contribuição financeira e de orações, cumprindo o ide de Jesus, bem como conscientizando toda a Igreja a propagar e praticar missões o ano todo.

  • 1º. O Ministério de Evangelismo e missões tem a visão de desenvolver em cada membro o evangelismo como um estilo de vida pessoal e de tornar a Igreja um centro propagador da palavra de Deus em Teresina e no mundo; em todos os níveis, utilizando os recursos necessários a alcançar o máximo possível de pessoas de forma adequada, contextualizada e relevante.
  • . A missão do Ministério e de proclamar a mensagem de Jesus de forma direta, criativa, compreensível e relevante, enfatizando o testemunho cristão para Teresina, o Piauí, o Brasil e o Mundo, utilizando os recursos necessários.
  • . O Ministério é formado pelas seguintes pessoas:
  1. Líder e Co-lider do Ministério;
  2. Equipe de Intercessão;

III. Pessoas que tenham um ardor evangelístico e um coração missionário

  • . O Ministério possui os seguintes valores:
  1. Proclamação do Evangelho a todos os Povos, tribos e nações;
  2. Testemunhar o amor e verdade de Deus em todos os lugares;

III. Proclamar o evangelho com a autoridade de Cristo;

  1. IV. Ser um Permanecedor para frutificar;
  2. Ser Luz do mundo e Sal da terra;
  3. Participar da expansão do reino de Deus

VII. Vida Devocional (Oração/Adoração/Estudo Bíblico);

VIII. Frequente e regular na EBC

  1. IX. Participa de um pequeno Grupo
  2. Dizimista fiel
  3. Comprometimento com a visão, missão e propósitos da Igreja
  • . O Ministério possui as seguintes estratégias:
  1. Incentivar a prática do evangelismo como um estilo de vida de cada membro da igreja, no âmbito dos seus relacionamentos.
  2. Promover treinamento adequado a evangelização pessoal;

III. Orar para que vidas sejam alcançadas pelo testemunho dos membros da igreja e pela ação evangelística institucional;

  1. Promover encontros facilitadores onde a palavra seja pregada de forma a impactar os “sem Igreja”;
  2. Orar nominalmente para que cada família da Igreja conduza outras famílias a Jesus;
  3. Atingir a cidade de Teresina com estratégias de marketing adequadas;

VII. Servir de ponte entre os “sem igreja” e as celebrações dominicais, como também dos pequenos grupos, encorajando-os a darem passos de compromisso em fé;

VIII. Promover as campanhas de Missões Mundiais, Nacionais, Estaduais e Locais;

  • . Os pilares da estrutura são:
  1. Liderança: Pastor/Líder do Ministério;
  2. Cada Cristão um missionário;

MINISTÉRIO DE ACOLHIMENTO

Art. 57. O Ministério de Acolhimento da Segunda Igreja Batista de Teresina é aquele que recebe todas as pessoas (membros e/ou visitantes) que vêm a nossa Igreja, providenciando para que se sintam bem-vindas, acomodadas e totalmente informadas de acordo com suas necessidades e as da igreja.

Art. 58. O Ministério pretende ser um grupo de pessoas, servos do Senhor Jesus, comprometidas e qualificadas a receber, acomodar e informar bem cada membro e/ou visitante que venha à SIBT; tendo uma postura de excelência, que ao mesmo tempo seja regada pelo amor de Jesus, de modo que as pessoas sintam-se bem recebidas e ao mesmo tempo amadas.

Art. 59. O Ministério deverá receber, acomodar e informar bem a todas as pessoas que vêm a nossa igreja, além de manter um ambiente excelente para o bom andamento das programações. Objetivando alcançar todas as pessoas (sejam membros da igreja ou não), acolhendo-as com o amor de Cristo, sendo bênção neste meio e, acima de tudo, assumindo uma posição de servos, contribuindo assim para que, cada vez mais, pessoas tornem-se verdadeiros e frutíferos discípulos de Jesus Cristo.

  • 1º. O Ministério é formado por:
  1. Líderes e Co-lider do Ministério;
  2. Equipes de Recepção Dominical;

III. Equipe de Recepção Semanal (cultos da semana);

  1. IV. Equipe de Recepção de Eventos (apoio aos eventos da igreja e/ou de outros ministérios);
  2. Equipe de Intercessão;

Art. 60. A conduta de quem participa desse ministério é:

  1. Ter Pontualidade e Assiduidade;
  2. Ser Zeloso e Bom mordomo;

III. Ser comprometido com a visão, missão, valores e propósitos da Igreja;

  1. Ser dizimista fiel;
  2. Servir a Deus com seus bens materiais;
  3. Ter cuidado com o corpo, com a aparência e com a saúde;

VII. Zelar e mantém em boas condições seu local de serviço e recursos do Ministério;

VIII. Ter cuidado com sua família e com o próximo;

  1. IX. Ter Paixão (Servir com prazer, com amor e com alegria);
  2. Ter Carisma;
  3. Ser Humilde;

XII. Ter Prudência;

XIII. Ser dependente de Deus;

XIV. Ter Respeitabilidade:

  1. a) Bom testemunho dos de fora, da família e da igreja
  2. b) Anda de modo digno e irrepreensível
  3. c) É confiável
  4. Vida Devocional (Oração/Adoração/Estudo Bíblico);

XVI. Ter Comprometimento com a excelência

  • . Os pilares da estrutura são:
  1. Espiritual: Pastoreio/Intercessão/Pequenos grupos;
  2. Liderança: Pastor/Líderes do Ministério/Portas abertas
  • . As estratégias do Ministério são:
  1. Estabelecer um uniforme de trabalho, de modo que possam ser identificados de maneira fácil e rápida;
  2. Desenvolver e implantar projetos de comunicação visual que permita o fácil reconhecimento de todas as dependências dos locais de eventos/programações.

III. Promover treinamentos a fim de que a equipe seja eficiente para atender a todos os eventos da Igreja

  1. Demonstrar o amor de Cristo;
  2. Orientar e proporcionar um ambiente agradável na paz de Jesus;
  3. Ter uma farmácia equipada com remédios mais emergentes;

VII. Interceder pelo culto, pelos ministrantes, pregador e ouvintes;

VIII. Observar movimentos estranhos que possam comprometer o bom andamento dos cultos;

  1. Dar atenção às crianças, encaminhando-as aos seus responsáveis, em casos de: menor perdido, doenças, choros e/ou brincadeiras que perturbem o ambiente.

MINISTÉRIO DA FAMÍLIA

Art. 61. O Ministério da Família da Segunda Igreja Batista de Teresina é composto por famílias comprometidas com Jesus Cristo e tem como propósito o fortalecimento das famílias através de valores cristãos, assim como o acompanhamento e ajuda nas áreas espiritual, social, emocional e material.

Art. 62. O Ministério da Família deseja ser canal de bênçãos de Deus para o bem-estar e crescimento cristão familiar, e quer ser referência em restauração familiar na Igreja sede e nas congregações.

Art.63. A missão do Ministério é orar incessantemente e estar sempre à disposição da Igreja e das famílias que necessitarem, através do pastoreio mútuo.

  • 1º. O Ministério é formado por:
  1. Casal líder do Ministério;
  2. Casal Co-líder do Ministério;

III. Casais que compõem o ministério;

  • 2º. A conduta de quem participa deste ministério é:
  1. Dar sustentação e apoio sistemático às famílias, nos seus mais distintos momentos e fases;
  2. Ajudar a família, como um todo, contemplando seus membros individualmente, através das atividades deste ministério, buscando orientá-los no cultivo dos valores cristãos, indispensáveis à vida familiar harmoniosa e sadia;

III. A propriedade onde é desenvolvida a experiência de acampar é um campo missionário, promovendo, pelo menos uma vez no ano um encontro de casais;

  1. IV. Ajudar os membros da família a se integrarem de forma plena em nossa comunidade;
  2. Estimular a participação mais ativa e comprometida de cada membro da família nas atividades da igreja;
  3. Incentivar as famílias, edificadas em Cristo, a tornarem-se um forte instrumento de evangelização para o Reino de Deus, resultando daí, um sólido crescimento da igreja;

VII. Ter o cultivo da oração em casa, estimulando a cada membro a ter uma vida íntima com Deus;

VIII. Ser exemplo no exercício cristão e adorar a Deus na sua totalidade, contando com a ajuda dos membros do ministério;

  1. Zelar pela unidade e transparência no ministério, evitando mal entendidos e formação de grupos paralelos.
  • 3º. Os pilares da estrutura são:
  1. Espiritual: Pastoreio/Intercessão/Pequenos grupos;
  2. Liderança: Pastor/Líderes do Ministério;

MINISTÉRIO DE COMUNICAÇÃO

Art. 64. O Ministério de Comunicação da Segunda Igreja Batista de Teresina, é aquele responsável pela história, relações públicas, comunicação criativa, mídia, som e imagem da igreja, tendo como foco central a evangelização daqueles que não conhecem o evangelho da salvação e a edificação do Corpo de Cristo.

Art. 65. O Ministério de Comunicação será um ministério de excelência, relevante e abrangente na comunicação da Palavra de Deus através de todos os recursos audiovisuais e mídias sociais, a fim de que as divulgações das informações promovam a interação dos membros da Igreja e alcance o coração daqueles que ainda não conhecem a Cristo como único Salvador.

Art. 66. O Ministério deverá servir a Deus através dos recursos da comunicação criativa: informando, divulgando, anunciando e proclamando a mensagem da salvação.

  • 1º. O Ministério é formado por:
  1. Líder e Co-Líder do Ministério;
  2. Equipes de Informativo Mensal;

III. Equipe de Som e Multimídia;

  1. Equipe de Web;
  2. Equipe de cobertura de eventos (fotos e filmagens);
  3. Equipe de Mídia (Internet, Rádio e TV);

VII. Equipe de Intercessão

  • 2º. A conduta de quem participa deste ministério é:
  1. Pontualidade, Assiduidade e Disponibilidade;
  2. Zelo e Paixão pelo serviço do Ministério;

III. Dizimista fiel;

  1. Criatividade;
  2. Servo;
  3. Dependência de Deus;

VII. Vida Devocional (Oração/Adoração/Estudo Bíblico);

VIII. Frequente e regular na EBC;

  1. Participar de um pequeno Grupo;
  2. Comprometimento com a excelência;
  3. Comprometimento com a visão, missão e propósitos da Igreja
  • 3º. Os pilares da estrutura são:
  1. Espiritual (Pastoreio/Intercessão/Pequenos grupos);
  2. Liderança: Pastor/Líderes do Ministério.

MINISTÉRIO JOVEM

Art. 67. O Ministério Jovem é uma comunidade de Jovens unidos em um mesmo propósito, dedicando suas vidas, dons e talentos ao Senhor na Segunda Igreja Batista de Teresina e para a comunidade na área de edificação, crescimento espiritual, discipulado, através da realização de programas criativos sintonizados com a pós-modernidade.

Art. 68. O Ministério Jovem é um ministério vibrante e atuante, formado por jovens comprometidos com Deus e com o seu Reino, vivendo um cristianismo autêntico e verdadeiro que glorifique o nome de Deus e que seja testemunho para transformar e salvar vidas.

Art. 69. O Ministério deve contribuir para o crescimento do Reino de Deus através do testemunho pessoal, do discipulado e de uma vida comprometida com Deus e com Sua obra, sempre em consonância com a Igreja e sua liderança.

  • 1º. O Ministério é formado por:
  1. Líder e Co-Líder do Ministério;
  2. Equipe de Produção Criativa e Administração: Aqueles que irão planejar e coordenar todas as atividades do Ministério;

III. Equipe de Execução: Aqueles que irão executar os projetos;

  1. Equipe de Intercessão: Aqueles que estarão intercedendo pelo Ministério e pelos Jovens da Igreja;
  2. Equipe de Stúdio e Multimídia: Aqueles que ficarão responsáveis por todos os projetos que envolvam som, iluminação, computação e Web;
  3. Juventude da SIBT: Aqueles que estarão envolvidos em todas as atividades propostas, crescendo espiritualmente, descobrindo seus dons, testemunhando do amor de Cristo e servindo-o em ministério para a edificação do corpo de Cristo.
  • 2º. A conduta de quem participa deste ministério é:
  1. Exaltar e glorificar a Deus em tudo;
  2. Ter Maturidade;

III. Acolher;

  1. Exercer a Mutualidade;
  2. Interceder;
  3. Ministério;

VII. Exercer Mordomia;

VIII. Pastoreio mútuo;

  1. Respeito mútuo;
  2. Crescimento Espiritual;
  3. Buscar a Excelência em Deus;
  • 3º. Os pilares da estrutura são:
  1. ESPIRITUAL: Pastor/Conselheiros/Lideres de PG/Intercessores;
  2. TECNICA e ADMINISTRATIVA: Equipe de Produção Criativa/Administração e Execução;

III. LIDERANÇA: Liderança Espiritual e Liderança Técnica/ Administrativa;

  1. PARCERIA: Interdependência com outros ministérios

MINISTÉRIO DA 3° IDADE

Art. 70. O Ministério da 3º Idade da Segunda Igreja Batista de Teresina, é aquele que se aproxima, cuida, investe tempo e amor, visita, ora, rir, e chora com todos os idosos, assistindo-os em todas as suas necessidades e ajudando-os a envelhecer com sucesso e proporcionando-lhes qualidade de vida.

Art. 71. O Ministério da 3º idade é um Ministério que ver o envelhecimento não como um processo descendente, mas como uma jornada ascendente, em direção a novos horizontes; encontrando meios eficazes e eficientes para que o idoso sinta-se produtivo, feliz e realizado.

Art. 72. O Ministério deve servir a Deus através do amor recíproco e do cuidado, procurando entender o idoso em suas atitudes, sentimentos e limitações, bem como atendê-lo em todas as suas necessidades; edificando a vida daqueles que fazem parte da nossa comunidade de fé e evangelizando aqueles que ainda não conhecem a salvação em Cristo Jesus, através de atitudes e atividades práticas, adequadas e relevantes.

  • 1º. O Ministério é formado por:
  1. Líder e Co-Líder do Ministério;
  2. Equipes Multidisciplinar (Educação Física/Nutrição/Musica/etc);

III. Equipe de Intercessão;

  1. Pessoas Idosas
  • 2º. O Ministério deseja despertar:
  1. Valores Espirituais;
  2. Comunhão e edificação em Pequenos Grupos;

III. Senso de Autoestima;

  1. Senso de controle pessoal: diz respeito a sentimentos de segurança, autoconfiança, otimismo, e habilidade para lidar com situações de estresse;
  2. Espontaneidade e emotividade no comportamento externo e na vida interior;
  3. Estimulação intelectual e criatividade;

VII. Senso de humor;

VIII. Prontidão, saúde física, e nutrição;

  1. Amizade e relacionamento social;
  2. Senso de trabalho;
  3. Satisfação Íntima;

XII. Ser dizimista fiel;

XIII. O servir na Igreja.

MINISTÉRIO DE CRESCIMENTO CRISTÃO

Art. 73. O Ministério de Crescimento Cristão da Segunda Igreja Batista de Teresina tem como propósito ser um instrumento de Deus na formação do novo homem em Jesus Cristo.

Art. 74. É o Ministério que tem por finalidade promover a educação (adulta e infantil), formação e capacitação do crente para viver na família, na igreja e na sociedade.

Art. 75. O Ministério deverá promover de forma contextualizada o Crescimento Cristão através da Conversão Cristã, Integração na Igreja, Culto Cristão, Conhecimento Bíblico e Compromisso com a Igreja.

  • 1º. O Ministério é formado por:
  1. Líder e Co-Líder do Ministério;
  2. Professores da EBC e Departamento Infantil;

III. Equipes de Intercessão.

  • 2º. A conduta de quem participa deste ministério é:
  1. Quanto ao indivíduo: assegurar, integrar e amadurecer a vida do cristão;
  2. Quanto à família: formação, educação e estabilidade dos filhos no lar;

III. Quanto à igreja na sociedade: despertar, orientar e capacitar a igreja para participar, testemunhar e influenciar o mundo;

  1. Quanto ao indivíduo: conhecer, estimular a descoberta de seus dons espirituais e promover a capacitação de cada membro da igreja no dom do Espírito;
  2. Promover a integração visando o crescimento do Corpo de Cristo;
  3. Quanto à família: Promover clínicas, encontros de famílias e cultos domésticos;

VII. Quanto à igreja na sociedade: estimular os crentes a participarem integralmente da igreja;

MINISTÉRIO DE COMEMORAÇÃO E EVENTOS

Art. 76. O Ministério de Comemoração e Eventos da Segunda Igreja Batista de Teresina, é aquele que planeja, organiza e executa todas as ações referentes à realização de eventos na igreja, tais como: Dia das mães, Dia das crianças, Dia dos pais, Dia do pastor, Aniversário da Igreja, Comemoração de Ano Novo, Bazar, Feiras, Congressos, etc.

Art. 77. O Ministério pretende ser um grupo de pessoas, servos do Senhor Jesus, comprometidas e qualificadas a organizar todos os eventos da igreja macros (que envolvem toda a igreja) e micros (que envolvem apenas um ou mais ministérios).

Art. 78. O ministério deverá estar ciente de todas as datas comemorativas da igreja, bem como de todas as atividades agendadas para o ano eclesiástico, antecipando-se aos eventos de maneira que estes aconteçam de forma plena e satisfatória.

  • 1º. O Ministério possui os seguintes valores:
  1. Dependência de Deus;
  2. Vida devocional diária;

III. Frequente e regular nas atividades na igreja;

  1. Dizimista Fiel;
  2. Comprometido com a visão, missão, valores e propósitos da igreja;
  3. Estética e ordem;

VII. Alegria em servir;

VIII. Compromisso e responsabilidade.

  • 2º. O Ministério é formado por:
  1. Líder e Co-Lider do Ministério
  2. Equipe de Planejamento

III. Equipe de execução e apoio

 MINISTÉRIO DE ADOLESCENTES

Art. 79. O Ministério de Adolescentes da Segunda Igreja Batista de Teresina é um ministério formado por pessoas na faixa etária de 13 a 18 anos, e existe para promover a edificação, o crescimento espiritual e o discipulado, através da realização de programas criativos sintonizados com a pós-modernidade.

Art. 80. O Ministério de Adolescentes é um ministério vibrante e atuante, formado por Adolescentes comprometidos com Deus e com o seu Reino, vivendo um cristianismo autêntico e verdadeiro que glorifique o nome de Deus e que seja testemunho para transformar e salvar vidas.

Art. 81. O Ministério deve contribuir para o crescimento do Reino de Deus através do testemunho pessoal, do discipulado e de uma vida comprometida com Deus e com Sua obra.

  • 1º. O Ministério é formado por:
  1. Líder e Co-Lider do Ministério;
  2. Equipe de Produção Criativa e Administração: Aqueles que irão planejar e coordenar todas as atividades do Ministério;

III. Equipe de Execução: Aqueles que irão executar os projetos;

  1. Equipe de Intercessão: Aqueles que estarão intercedendo pelo Ministério e pelos Adolescentes da Igreja;
  2. Adolescentes da SIBT: Aqueles que estarão envolvidos em todas as atividades propostas, crescendo espiritualmente, descobrindo seus dons, testemunhando do amor de Cristo e servindo-o em ministério para a edificação do corpo de Cristo.
  • 2º. As condutas que o Adolescente precisa ter no Ministério.
  1. I. Exaltar e glorificar a Deus em tudo;
  2. II. Maturidade;

III. Acolhimento;

  1. IV. Multualidade;
  2. V. Intercessão;
  3. VI. Ministério;

VII. Mordomia;

VIII. Pastoreio mútuo;

  1. IX. Respeito mútuo;
  2. X. Crescimento Espiritual;
  3. XI. Excelência.
  • 3º. Os pilares da estrutura são:
  1. ESPIRITUAL: Pastor/Conselheiros/Lideres de PG/Intercessores;
  2. TECNICA e ADMINISTRATIVA: Equipe de Produção Criativa/Administração e Execução;

III. LIDERANÇA: Liderança Espiritual e Liderança Técnica/ Administrativa;

  1. PARCERIA: Interdependência com outros ministérios.

CAPÍTULO X

COMISSÃO DE ORNAMENTAÇÃO

Art. 82. A Comissão de Ornamentação da Segunda Igreja Batista de Teresina, é aquela que existe para adornar a igreja para suas celebrações normais ou para ocasiões especiais tais como: aniversários, casamentos, conferências, comemorações, congressos, etc, utilizando de flores, cortinas, peças decorativas, toalhas e todos os matérias necessários para decoração de ambiente.

  • 1º. A Comissão de Ornamentação da Segunda Igreja Batista de Teresina, deverá proporcionar ambientes agradáveis e decorados para a realização das celebrações e eventos da igreja.
  • . A missão da Comissão de Ornamentação da Segunda Igreja Batista será a de preparar os ambientes de forma agradável e acolhedora para toda e qualquer atividade da igreja a fim de que Deus seja glorificado e a igreja apresente-se sempre bonita e arrumada.

CAPÍTULO XI

DA COMISSÃO DE EXAME DE CONTAS

Art. 83. A Comissão de Exame de Contas da Igreja é composta de cinco membros efetivos e dois suplentes, eleitos em assembleia extraordinária, com formação superior, de preferência, nos seguintes cursos: contabilidade, direito, economia ou administração, permitida uma única reeleição para o período subsequente.

  • . No caso da Igreja não dispor de membros formados nessas áreas, poderá utilizar membros que estejam se graduando nas supracitadas áreas.
  • . Não encontrando membros na hipótese do § 1º, a Igreja poderá utilizar membros com notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração.
  • . Para a composição da respectiva comissão, a Igreja dará preferência a membros efetivos da Igreja. Em ambos os casos, os mesmos devem possuir idoneidade moral e reputação ilibada.
  • . É vedado aos membros da Diretoria e do Conselho Fiscal compor a Comissão de Exame de Contas.
  • . São atribuições desta Comissão:
  1. a) Apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da Diretoria da Igreja;
  2. b) Emitir parecer prévio sobre as contas do Presidente da Diretoria da Igreja, no prazo de sessenta dias, a contar de seu recebimento;
  3. c) Conhecer as normas e procedimentos que orientam os trabalhos da Tesouraria da Igreja, de forma a poder auditar o desempenho orçamentária, fiscalizar as contas de entradas e saídas, verificar a fidedignidade dos relatórios apresentados a ela pelo fiel registro dos dados nos Livros Contábeis Oficiais;
  4. d) Auditar a Tesouraria da Igreja, a fim de verificar a fiel observância das normas fixadas para controle das receitas, para aplicação das verbas orçamentárias das despesas, e para a guarda e administração das reservas e saldos porventura existentes;
  5. e) Coordenar-se com a Comissão de Orçamento e Finanças, para melhor fluxo dos papéis e documentos que venham comprovar os investimentos ou aplicações financeiras realizadas;
  6. f) Acompanhar o cumprimento pela Tesouraria, dos orçamentos regulares e especiais aprovados pela Comissão de Orçamento e Finanças, apresentando relatórios a esse respeito ao seu Ministro;
  7. g) Analisar em profundidade, a exatidão e correção do movimento financeiro da Igreja, auditando suas receitas e despesas, documentos comprobatórios, contas bancárias, inclusive de poupança, aplicações financeiras, registros e encargos sociais/trabalhistas e as obrigações fiscais;
  8. h) Apresentar periódica e regularmente, relatórios à Igreja, atestando sobre o funcionamento e operação da Tesouraria;
  9. i) Zelar pela segurança e exatidão dos documentos de receita e de despesa, compromissos vincendos e vencidos, aferindo a correta contabilização dos mesmos;
  10. j) Controlar a forma e lançamento dos registros contábeis, livros oficias, pagamentos de impostos e tributos diversos, isenções e outras situações principalmente de ordem fiscal.
  • . Na apreciação das contas e na fiscalização que lhe compete, decidirá sobre a legalidade, de legitimidade e a economicidade dos atos de gestão e das despesas deles decorrentes;
  • . As contas serão julgadas:
  1. Regulares, quando expressarem, de forma clara e objetiva, a exatidão dos demonstrativos contábeis, a legalidade, a legitimidade e a economicidade dos atos de gestão do responsável;
  2. Regulares com ressalva, quando evidenciarem impropriedade ou qualquer outra falta de natureza formal de que não resulte dano às receitas da Igreja;

III. Irregulares, quando comprovada qualquer das seguintes ocorrências:

  1. a) omissão no dever de prestar contas;
  2. b) prática de ato de gestão ilegal, ilegítimo, antieconômico, ou infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional ou patrimonial;
  3. c) dano as Receitas da Igreja decorrente de ato de gestão ilegítimo ou antieconômico;
  4. d) desfalque ou desvio de dinheiros, bens ou valores da Igreja.

CAPÍTULO XI

DA COMISSÃO DE FINANÇAS

Art. 84. A Comissão de Finanças da Igreja é composta de cinco membros efetivos e dois suplentes, eleitos em assembleia extraordinária, com formação superior, de preferência, nos seguintes cursos: contabilidade, direito, economia ou administração, permitida uma única reeleição para o período subsequente.

  • . No caso da Igreja não dispor de membros formados nessas áreas, poderá utilizar membros que estejam se graduando nas supracitadas áreas.
  • . Não encontrando membros na hipótese do § 1º, a Igreja poderá utilizar membros com notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração.
  • . Para a composição da respectiva comissão, a Igreja dará preferência a membros efetivos da Igreja. Em ambos os casos, os mesmos devem possuir idoneidade moral e reputação ilibada.
  • 4º. O membro responsável pela assinatura dos documentos inerentes as atribuições dessa Comissão, deve estar devidamente registro no seu Conselho de Classe.
  • . É vedado aos membros da Diretoria compor a Comissão de Finanças.
  • . São atribuições desta Comissão:
  1. a) Pronunciar-se, previamente a Diretoria da Igreja e posteriormente ao Conselho Executivo e a Assembleia através de relatórios escritos, sobre a exatidão dos lançamentos contábeis, balancetes e balanços;
  2. b) Conferir mensalmente a exatidão das contas da tesouraria e de todas as outras que lhe forem encaminhadas, prestando relatório escrito, previamente à Diretoria da Igreja e posteriormente ao Conselho Executivo e a Assembleia;
  3. c) Apontar imediatamente em relatório escrito, dirigido a Diretoria da Igreja e posteriormente ao Conselho Executivo e a Assembleia, qualquer irregularidade verificada;
  4. d) Ao final de cada Mandato apresentar, à Diretoria da Igreja e posteriormente ao Conselho Executivo e a Assembleia, relatório da situação geral contábil, administrativa e financeira da IGREJA, para posterior encaminhamento à Assembleia;
  5. e) Supervisionar a Tesouraria;
  6. f) Desenvolver e implementar normas e procedimentos para área financeira da IGREJA;
  7. g) Viabilizar o orçamento da IGREJA, gerindo sua arrecadação e administrando o fluxo de caixa;
  8. h) Estudar e propor alvos para as campanhas especiais da Igreja no tocante a levantamento de recursos financeiros;
  9. i) Estudar a possibilidade de serem assumidos pela Igreja novos encargos até então não previstos em orçamento.

CAPÍTULO XII

COMISSÃO DE ASSESSORIA

Art. 85. A Comissão de Equidade é composta de 10 membros efetivos e cinco suplentes, eleitos em Assembleia extraordinária, formados nas mais diversas áreas do conhecimento e devidamente registrado nos Conselhos de Classes para prestar de forma gratuita a IGREJA assessoria nessas áreas.

  • . Para a composição da Comissão, a Igreja dará preferência a membros efetivos da Igreja e em caso excepcional poderá convocar pessoas de fora da Igreja. Em ambos os casos, os mesmos devem possuir idoneidade moral e reputação ilibada.
  • . É vedado aos membros da Diretoria e do Conselho Executivo compor a Comissão de Equidade.
  • . São atribuições desta Assessoria:
  1. a) Pronunciar-se sobre matérias que envolvam a IGREJA nos assuntos em que for solicitada.

CAPÍTULO XIII

DOS PASTORES

Art. 86. A orientação espiritual da IGREJA, bem como a direção dos atos de culto, caberão ao Pastor Titular, que observará o preceituado pela Bíblia Sagrada com a interpretação dada pela Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, bem como os termos do Estatuto da Igreja e deste Regimento.

Parágrafo único. Nenhum ministério ou membro da IGREJA poderá convidar a quem quer que seja, para pregar, ensinar, discursar, cantar, proferir palestras, seminários ou conferências, nas dependências da IGREJA ou fora dela, para a IGREJA ou em seu nome, sem a concordância prévia do Pastor Titular.

Art. 87. São prerrogativas do Pastor Presidente:

I – A ocupação do púlpito, a celebração da Ceia do Senhor, de batismos e outras cerimônias.

II – Oficiar cerimônias de casamento, respeitadas as normas internas da IGREJA.

III – Indicar quem o substitua em suas funções de púlpito quando de sua ausência ou afastamento.

Art. 88. São atribuições do Pastor Presidente pregar, dirigir os atos de culto, orientação aos  membros IGREJA no cumprimento de suas missões e na execução de suas atribuições, bem como prestar assistência pastoral às famílias da IGREJA.

 Art. 89. Os Pastores com exercício na sede, deverão ser devidamente qualificados (com curso teológico, reconhecida pela Convenção Batista Brasileira, submetidos a concílio e inscrito na ordem dos pastores), podendo os mesmos receberem honorários a serem custeados pela igreja, em face das atividades inerentes ao Ministério Pastoral.

  • 1º. A igreja poderá ter tantos pastores e/ou obreiros quanto necessário aos serviços religiosos, cuja nomeação ou exoneração, referendada em Assembleia, far-se-á por indicação do Pastor Titular, podendo eles, de igual forma receber honorários, conforme a disponibilidade financeira da Igreja.
  • 2º. Quando houver necessidade da contratação de pastores auxiliares e/ou obreiros, o Pastor Titular levará o assunto ao Conselho Executivo, que após parecer positivo da Comissão de Finanças, analisará a real necessidade da contratação e decidirá pela contratação ou não dos pastores e/ou obreiros. Em optando pela contratação, o assunto será levado à Assembleia para aprovação.
  • 3º. Os honorários a serem pagos aos pastores e/ou obreiros, deverão ser estipulados pelo Conselho Executivo, após parecer da Comissão de Finanças, sobre a disponibilidade financeira da IGREJA.
  • 4º. Os honorários dos pastores, obreiros e líderes de ministérios poderão ser reajustados anualmente pelo índice de inflação fornecido pelo governo federal, caso haja disponibilidade financeira da Igreja.

CAPÍTULO XV

DA REMUNERAÇÃO DOS LÍDERES DE MINISTÉRIO

Art. 90. Caso haja necessidade justificável, os líderes de alguns ministérios poderão receber remuneração, com obediência aos seguintes critérios:

  1. Que sejam pessoas comprovadamente identificadas com sua área de atuação e que apresente e defenda perante o Conselho Executivo, um projeto de trabalho objetivando melhoria e crescimento no desempenho de seu ministério;
  2. Que apresente relatório do seu trabalho a cada reunião do Conselho Executivo;

III. Que sejam observados os mesmos critérios Quanto aos honorários dos líderes de Ministérios deverão seguir os mesmos critérios do Art. 89.

Parágrafo Único. Os líderes do Ministério de Arte e Celebração, de Evangelismo e Missões e o de Crescimento Cristão, de preferência devem possuir formação teológica de confissão Batista, reconhecido pela Convenção Batista Brasileira.

CAPÍTULO XVI

DOS GASTOS EMERGENCIAIS

Art. 91. Considera-se gasto emergencial toda e qualquer despesa que requer urgência e para o qual não há tempo hábil para realização de assembleia ou reunião do Conselho Executivo.

Parágrafo único. As despesas realizadas de forma emergencial não poderão ultrapassar o limite de 10% do valor bruto do orçamento do mês anterior.

CAPÍTULO XVII

DISPOSIÇÕES GERAIS e TRANSITÓRIAS

Art. 92. Os casos tidos como omissos neste Regimento Interno serão analisados pelo Conselho Executivo para posterior deliberação da Assembleia Geral, sendo que a decisão proferida pela Assembleia, adotará o formato de súmula e será anexada posteriormente a este Regimento.

Art. 93. O presente regimento poderá ser alterado após proposta escrita e fundamentada do Conselho Executivo, previamente analisada por uma Comissão constituída para esse fim específico, e com aprovação por maioria simples dos presentes na Assembleia Geral, convocada para esse fim.

Art. 94. Os membros da Segunda Igreja Batista de Teresina-PI terão acesso irrestrito as Atas das Assembleias e das reuniões do Conselho Executivo.

Art. 95. Os Relatórios financeiros serão apresentados em Assembleia e ao Conselho Executivo.

Art. 96. Este Regimento Interno entrará em vigor no dia seguinte a data de sua aprovação da Assembleia Geral.

 

 

 

ANEXO II – DAS REGRAS PARLAMENTARES

CAPÍTULO 1

DAS SESSÕES DA ASSEMBLEIA

Art. 1º. As sessões das Assembleias serão abertas pelo Presidente ou por seu substituto legal.

Art. 2°. Na primeira sessão de cada assembleia, deverá ser submetido à aprovação do plenário a pauta elaborada pelo Conselho Executivo.

Art. 3º. As sessões serão precedidas de uma parte devocional, constante de cântico de um hino, leitura da bíblia e oração, sob a direção de pessoas indicadas pelo Presidente.

  • . Após o devocional, haverá, especialmente nas sessões diurnas, um tempo destinado ao expediente, para correspondência, aprovação das atas e outros assuntos administrativos da IGREJA.
  • . Na aprovação de atas, as correções de nomes ou outros dados de natureza técnica serão apresentados por escrito, diretamente à Mesa.

CAPÍTULO II

DOS DEBATES

Art. 5º. Para entrar em discussão, qualquer assunto deverá ser precedido de uma proposta devidamente apoiada, salvo os pareceres das comissões, os relatórios do Conselho Executivo e dos Ministérios.

Art. 6º. O membro que desejar usar da palavra, dirigir-se-á ao Presidente, dizendo: “peço a palavra, senhor Presidente”.

Art. 7º.  Em se tratando de proposta e, se ela for muito extensa ou envolver matéria grave, o proponente deverá encaminhá-la, por escrito, à Mesa.

Art. 8º. Feita uma proposta, ela só será posta em discussão, caso receba o apoio por parte de outros 3 (três) membros, que dirigindo-se ao Presidente dirá: “apoio a proposta feita”, ou simplesmente, “apoiado”.

Art. 9°. Posta a proposta em discussão, os membros que desejarem falar deverão solicitar a palavra ao Presidente.

Art. 10º. O Presidente concederá a palavra ao mensageiro que primeiro a solicitar e, quando dois ou mais a solicitarem ao mesmo tempo, será concedida àquele que estiver mais distante da Mesa.

Art. 11º. Quando muitos oradores desejarem falar, o Presidente poderá ordenar a abertura de inscrições, o que será feito por um dos secretários, sendo concedida a palavra rigorosamente pela ordem de inscrições, pelo tempo máximo de 5 (cinco) minutos.

Art. 12º. Por decisão do plenário, poderá ser prorrogado o tempo dos oradores.

Art. 13º. Feita uma proposta e posta em discussão, qualquer membro poderá apresentar uma proposta substitutiva, ou seja, uma proposta baseada na que originalmente foi feita, que não altere seu sentido e alcance.

  • 1º. Uma proposta substitutiva não poderá contrariar fundamentalmente a proposta original.
  • 2º. Uma vez recebida pela Mesa, a proposta substitutiva, a discussão passará a ser feita em torno dela.
  • 3º. Encerrada a discussão e posta a votos a proposta substitutiva, se ela for vitoriosa, desaparecerá a proposta original; se for derrotada, a proposta original voltará à discussão.

Art. 14º. Feita uma proposta e colocada em discussão, qualquer membro poderá propor emendas para acrescentar-lhe palavras ou frases, emendas aditivas, para suprir-lhe palavras ou frases, emendas supressivas, ou formular proposta que inclua as duas hipóteses.

  • . Apresentada e apoiada a emenda, a discussão passará a ser feita em torno dela.
  • . Encerrada a discussão sobre a emenda, o Presidente a porá a votos, e, caso vitorioso, será acrescentada à original ou dela subtraída, seguindo-se a votação da proposta em plenário, tenha ela sido emendada ou não.

Art. 15. Para facilitar a discussão ou votação, o Presidente poderá dividir uma proposta que conste de vários pontos, submetendo à votação cada um deles, separadamente.

Art. 16. Uma proposta poderá ser retirada de discussão por solicitação expressa de seu proponente, com aquiescência do plenário.

CAPÍTULO III

DAS PROPOSTAS ESPECIAIS SEÇÃO 1

ENCERRAMENTO DA DISCUSSÃO

Art. 17. O plenário poderá impedir o prosseguimento da discussão de matéria já suficientemente esclarecida, através de aprovação por 2/3 (dois terços) dos membros presentes, de uma proposta para encerramento imediato da discussão, mesmo havendo oradores inscritos.

  • 1°. A proposta para encerramento da discussão deve ser brevemente justificada.
  • 2°. O Presidente poderá, a seu critério, acolher imediatamente a proposta a fim de permitir que até 2 (dois) membros se pronunciem favoráveis e 2 (dois) contrários à proposta de encerramento.

Art. 18. Qualquer membro poderá propor o adiamento, por prazo determinado, da discussão do assunto em debate, para que sejam oferecidos esclarecimentos ao plenários, se necessário, ou para que seja dada preferência a matéria mais urgente.

  • 1º. Matérias oriundas de grupo de trabalho, de comissões ou do Conselho Executivo não poderão ser adiadas ou devolvidas à sua fonte de origem, sem que a Assembleia tome conhecimento do seu conteúdo.
  • 2º. No expediente de sessão posterior, qualquer mensageiro poderá propor a volta a plenário, de assunto que esteja sobre a Mesa por prazo determinado, e sendo a proposta vencedora, o assunto será encaminhado à Secretária, para ser incluído na ordem do dia de sessões seguintes.

SEÇÃO III

RECONSIDERAÇÃO

Art. 19. A reconsideração de matéria vencida só poderá ser feita no expediente de sessão posterior àquela em que foi votada, mediante requerimento subscrito por um número mínimo de 20 (vinte) membros que hajam votado favoravelmente à proposta, devendo a decisão ser tomada, no mínimo, por 2/3 (dois terços) dos mensageiros presentes na hora da votação.

Parágrafo Único. Aprovada a reconsideração, a proposta antes vitoriosa poderá ser confirmada, alterada ou anulada.

SEÇÃO IV

SEM DISCUSSÃO

Art. 20. São propostas que não admitem discussão, devendo ser mediatamente postas a votos, uma vez apoiadas:

  1. Para adiamento da discussão por tempo definido ou indefinido;
  2. Para encerramento da discussão e imediata votação;

III. Para dirimir dúvidas sobre questões de ordem;

  1. Para responder à consulta da Mesa sobre questões de ordem não previstas neste Regimento;
  2. Para que o assunto seja entregue à uma comissão para reapresentação posterior;
  3. Para a volta ao plenário de assunto que tenha sido adiado;

VII. Para limitar o tempo dos oradores ou da discussão sobre qualquer matéria;

VIII. Para prorrogar ou encerrar a sessão;

  1. Para encaminhar a forma de discussão de um parecer;
  2. Para conceder o privilégio da palavra.

CAPÍTULO IV

DA VOTAÇÃO

Art. 21. Concluída a discussão, o Presidente anunciará com clareza a proposta a ser votada, podendo determinar a sua leitura, se julgar necessário, pondo a votos, dizendo “está em votação” ou usando expressão equivalente.

Art. 22. Após a declaração pelo Presidente de que a proposta está em votação, a nenhum membro poderá ser concedida a palavra, sob qualquer alegação, antes que os votos sejam apurados.

Art. 23. Submetida a proposta à votação, o Presidente deverá solicitar dos mensageiros, os votos favoráveis e em seguida, os votos contrários, anunciando imediatamente o resultado da votação.

Art. 24. Havendo necessidade, a critério da Mesa, os votos poderão ser contados.

Art. 25. Poderão ser usadas as seguintes formas de votação:

  1. Levantar uma das mãos com o cartão de votação;
  2. Colocar-se de pé;

III. Levantando o cartão de votação;

III. Utilizar o escrutínio secreto;

Art. 26. As propostas serão decididas por maioria absoluta de votos, com as exceções previstas neste Regimento ou no Estatuto da IGREJA.

Art. 27. Qualquer membro que julgue ter havido erro ou omissão na contagem ou soma de votos, poderá requerer a sua recontagem, que a critério da Mesa, será feita imediatamente.

Art. 28.  Qualquer membro que tenha sido vencido na votação poderá solicitar a inserção em ata da justificação do seu voto, o que deverá ser feito sucintamente, por escrito, em linguagem adequada, sem ofensa ao plenário ou a qualquer membro, a juízo da Mesa.

Art. 29. Qualquer membro poderá solicitar a palavra “pela ordem” que lhe será imediatamente concedida, nas seguintes circunstâncias:

  1. quando não estiver sendo observada a ordem dos debates nos termos deste Regimento;
  2. quando algum orador tratar de matéria alheia ao debate em curso ou estranha à Assembleia;

III. quando desejar propor:

  1. a) o encerramento da discussão e imediata votação;
  2. b) o adiamento da discussão por tempo determinado ou indeterminado;
  3. c) a entrega ou devolução do assunto a uma comissão para posterior apresentação;
  4. d) a volta ao plenário de assunto que tenha sido adiado;
  5. e) a limitação do tempo de cada orador na discussão de qualquer matéria a prorrogação ou encerramento da sessão;

CAPITULO V

DAS QUESTÕES DE ORDEM

Art. 30. A questão de ordem suscitada pelo membro, após breve exposição, será resolvida pelo Presidente, sendo facultado ao suscitante apelar para o plenário ou para a comissão Jurídico-Parlamentar, caso a decisão da Mesa seja contrária ao pedido.

Art. 31. Qualquer membro poderá solicitar palavra “pela ordem”, que lhe será imediatamente concedida, nas seguintes circunstâncias:

  1. a) quando não estiver sendo observada a ordem dos debates;
  2. b) quando algum orador tratar de matéria alheia ao debate em questão ou estranha à Assembleia;
  3. c) quando desejar propor o encerramento da discussão;
  4. d) quando desejar propor a votação imediata original independente de suas emendas ou substitutivos.

Art. 32. Obtendo a palavra, o membro exporá brevemente a questão de ordem, devendo a matéria ser resolvida pelo Presidente, cabendo ao membro apelar para o plenário caso não concorde com a decisão do Presidente.

CAPITULO VI

DOS APARTES

Art. 33. O mensageiro que desejar apartear um orador deverá primeiro solicitar-lhe o consentimento e não falará se este não for concedido.

  • 1°. Os apartes deverão ser feitos para esclarecer o orador ou para fazer-lhe perguntas que esclareçam o plenário sobre o ponto que está em discussão.
  • 2°. Os apartes não deverão ser discursos paralelos ao do orador aparteado.
  • 3°. O tempo usado pelo aparteante será descontado do tempo a que o orador tiver direito de usar.

Art. 34. O Presidente não poderá ser aparteado, nem o proponente ou relator que estiver encaminhando a votação.

CAPÍTULO VII

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 35. Qualquer proposta feita em plenário, que resultar em despesas não previstas, só poderá ser aprovada, se nela estiver claramente indicada a fonte dos recursos necessários para sua execução.

Parágrafo Único: Caso essa explicitação não seja possível, e se a proposta for relevante, a matéria poderá ser encaminhada a Comissão de Finanças para estudos.

Art. 36. As atas das sessões das assembleias que não forem apreciadas, serão automaticamente encaminhadas ao Conselho Executivo, para posterior inclusão na própria Assembleia.

ANEXO III – PACTO DOS DIÁCONOS BATISTAS

 

Tendo sido vocacionado  pelo Espírito Santo, escolhidos e consagrados por nossa Igreja para o serviço

diaconal, na presença de Deus, firmamos o seguinte pacto:

COMPROMETEMO-NOS AUXILIADOS PELO ESPÍRITO SANTO, A:

  1. Ser fieis e leais ao nosso Deus, como bons discípulos de Cristo procurando obedecer e seguir os ensinos do Novo Testamento;
  1. Procurar o nosso próprio crescimento espiritual mediante o estudo da Bíblia, da meditação. e da oração;
  1. Servir fielmente à nossa Igreja junto à mesa do Senhor, mesa do pastor e à mesa do necessitado, prontificando-nos a cooperar em toda e qualquer atividade onde a nossa atuação se faça necessária sem esperar o reconhecimento e louvor dos homens, “mas como servo de Cristo fazendo de coração a,  vontade de Deus”;
  1. Cooperar com o nosso pastor, dando-Ihe a nossa leal colaboração, reconhecendo nele o líder que Deus colocou em nossa Igreja, para que esta possa realizar os seus objetivos dentro do espírito de fratemidade cristã;
  1. Manter absoluto sigilo sobre os assuntos confidenciais a nós confiados pelo pastor ou por qualquer outra pessoa, irmão ou colega, procurando em tudo ser instrumento da paz;
  1. Cultivar o amor fraternal entre os nossos colegas do corpo diaconal através da oração do respeito e conforto mútuos e da ajuda material;
  1. Proceder em nosso próprio lar com toda a firmeza espiritual, mantendo, pelo amor, a esposa e filhos no temor do Senhor e levando-os, pelo nosso exemplo e palavra, a uma constante comunhão pessoal com Cristo;
  1. Ser íntegros em todas as nossas relações com as pessoas com quem convivermos sendo honestos nas questões financeiras, leais nos compromissos assumidos cumpridores fieis de todas as nossas obrigações;
  1. Reconhecer que o ministério diaconal para o qual fomos chamados e vocacionados abrangem, através de nossa Igreja, o mundo inteiro “até os confins da terra”; e
  1. Promover a harmonia e a fratemidade em nossa Igreja e por onde quer que andarmos, procurando sempre servir ao Senhor.
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