História

Inaugurada no dia 21 de Abril de 1932, a Segunda Igreja Batista de Teresina (SIBT), é a terceira igreja a ser criada, em ordem cronológica, por intermédio da Primeira Igreja Batista de Teresina, e a segunda a ser instalada em território teresinense. Um grupo formado por quarenta e uma pessoas, apoiados pelo missionário americano Edward Crowch e liderados pelo pastor piauiense Jonas de Macedo, foi o responsável pela fundação da SIBT.

Logo após a sua organização, a SIBT passou a funcionar em casas alugadas em diferentes pontos da cidade. O primeiro imóvel adquirido foi uma residência localizada à Rua Jônatas Batista, Nº 1275, em novembro de 1946, por intermédio dos missionários Stanley e Helena Morrison. O primeiro templo propriamente dito, situado em terreno na Rua Coelho de Resende, Nº 780, foi construído pelo Pr. Leonard Cooper e tinha caráter provisório, pois o seu alvo era construir um maior e definitivo templo na parte do terreno que ficava na esquina, de frente para a Avenida Miguel Rosa, local onde hoje se localiza o templo da igreja.

Desde a sua fundação, a SIBT contou com a liderança dos pastores Joaquim José de Oliveira Filho, José Vidal de Freitas, Jonas Barreira de Macedo, Jonas Barreira de Macedo Filho; Arecio Barbosa, George Hansen, João Alves Feitosa, João de Deus Morais, Leonardo Cooper, Manoel Antônio de Freitas, Manoel Alves Feitosa, Carlos Farias de Macedo, Antônio Pereira Malta, Eliel Nogueira de Souza, Edson Cavalcante de Araújo Júnior e Irland Pimentel. Desde 2003 a igreja é liderada pelo Pr. Georgivaldo Serqueira de Oliveira e possui mais de oitocentas pessoas em sua membresia. Por ser uma igreja missionária, a SIBT conta ainda com quatro congregações: uma na cidade de Lagoa do Piauí, com os seminaristas Jesua e Virgínia); uma no bairro Jacinta Andrade, com o Pr. João Batista; uma no bairro Nova Alegria, com o seminarista Márcio; e uma na comunidade Santa Rita, com o Pr. Vítor.

Segundo o Pr. Georgivaldo Oliveira, a SIBT é uma instituição dirigida por princípios bíblicos “informal, contextualizada, ágil e transparente em suas ações”. “Preocupamo-nos com todos aqueles que se aproximam de nós, porque sabemos que seremos conhecidos pelo amor que tivermos uns para com os outros” – conta.

 

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